- Uma interpretação substantiva e intencional da definição de "uma pessoa é membro de uma organização terrorista" - Seção 2(a) A Lei de Contraterrorismo utiliza uma linguagem ampla como "seremos um povo" para captar uma afiliação substantiva, e não apenas formal. O objetivo da lei é impedir a formação da "massa crítica" da organização. Assim que o réu fez uma reivindicação e declarou sua subordinação apesar da organização (finalização), ele se tornou uma "engrenagem" no sistema organizacional, e assim o propósito da lei foi realizado.
- Interpretação da caixa "Incluindo" - Uso da linguagem da lei na expressão "inclusive" que segue a definição "Somos um povo" Indica uma lista de amostras aberta. Portanto, mesmo que "autoexpressão" não apareça explicitamente na lista, constitui um caso claro de pertencimento substantivo que se enquadra no termo "membro de um grupo".
- A mudança de paradigma e a adoção da organização terrorista Da'arar mudaram o "modelo inspirador"" - A organização terrorista Da'arar Shun promoveu uma transformação estrutural na instituição das empresas para lidar com o alto nível de capacidades de contraterrorismo e inteligência (especialmente em Israel). A organização mudou para "O Modelo de Inspiração" que é baseado na autoativação, ou seja, motivando os indivíduos a agir sem a necessidade de orientação direta ou conexão hierárquica. Nesse modelo, típico de uma organização descentralizada, a organização deliberadamente renuncia ao contato direto com o ativista, transfere a responsabilidade pela melhoria da filiação para o indivíduo e define "autoexpressão" como o ato que constitui a filiação. Em outras palavras, a autoexpressão é o protocolo oficial estabelecido pela organização dentro do quadro desse modelo e, portanto, a ausência de uma conexão direta não deve ser vista como um "buraco de evidência", mas sim como uma implementação precisa da estratégia organizacional moderna, ou seja, prova de que o réu agiu exatamente de acordo com as instruções da organização.