Após descrever as circunstâncias da prática do crime e a identificação do réu, e observar que o advogado das partes analisou as supostas provas em grande detalhe, o tribunal comentou (ênfase adicionada – Y.A.) –
"Portanto, voltei e examinei, tão apressada e misericordiosamente quanto pude, o grosso dossiê que me foi submetido pelo autor, enquanto tentava entender o que dele surgiu. Examinei as palavras da garota, as do pai dela, as próprias palavras do réu, assim como as transcrições das conversas dele com os informantes que foram colocados em sua cela e tentei ao máximo extrair coisas da boca dele. Na minha opinião, o caso continua complexo e muito difícil de decifrar mesmo após esse estudo. Apenas as repetidas tentativas de montar a imagem resultante, desmontá-la depois e tentar remontá-la de todos os ângulos possíveis, me ajudaram a tomar uma decisão."
- Em sua decisão, o tribunal observou que a acusação se baseia em três principais camadas de provas prima facie: a primeira camada – as declarações do menor ao investigador juvenil e a identificação do réu pelo menor duas vezes, mesmo que não seja uma identificação certa. A segunda camada – gravações secretas feitas ao réu enquanto ele conversava com os informantes em sua cela, durante as quais ele negou o que lhe foi atribuído, mas falhou (segundo a acusação) em várias explosões verbais. A terceira camada – o interrogatório policial do réu, suas declarações, seu comportamento, os itens suspeitos apreendidos em sua casa e os boletins de ocorrência.
A partir daqui, o tribunal passou para a prova prima facie:
(-) Vazamentos Bucis do Recorrido – O Tribunal detalhou os "Vazamentos Bucais" do Recorrido, enquanto se perguntava se esses foram realmente momentos de falha de sua parte: A primeira - Referindo-se ao cluster, o réu afirmou que era realmente parecido, "mesmo eu usando óculos escuros". O tribunal observou que essa afirmação deixa uma marca dura no ouvinte, já que se pode esperar que uma pessoa inocente diga que não é ele; O segundo - Em resposta à pergunta do informante, o que ele fará se oDNA Canalizando-o para o incidente, o réu respondeu: "É uma perda de tempo, admito, é melhor admitir do que se meter em encrenca"; O terceiro - Na qual ele respondeu ao informante que perguntou se o menor russo era o caso: "Não, acho que não". O informante perguntou se ela era israelense, ao que o réu respondeu: "Acho que sim, não a conheço." Na mesma conversa, o informante perguntou se a menor parecia ser menor da idade dela, e o réu respondeu: "Não sei. Eu só vejo rostos."