Nesse ponto, a ordem de identificação continuava. Sobre os extras 2 e 3, o menor disse: "Tira isso"; Sobre o Superintendente 4, o menor disse: "Não consigo ouvir", e depois "suspeito"; Sobre os extras 5 e 6, o menor disse: "menos que suspeito"; Sobre o Comissário 7, o menor disse: "Tire isso"; Quanto à Comissária 8, ela disse: "Suspeito." Deve-se notar que, nessa lista de votos, o réu foi o Comissário nº 6. Vale ressaltar que, segundo os memorandos escritos pelo assessor jurídico da delegacia e por dois figurantes que participaram do desfile, alegou-se que o estagiário do advogado de defesa, que estava na segunda ordem de identificação nº 4, baixou a voz e falou em voz baixa para confundir o menor.
- Em 19 de setembro de 1999, o réu foi interrogado novamente e repetiu sua versão do álibi, segundo a qual, no dia do incidente, ele ligou de seu apartamento para a casa de um campista de Perach para informar que estava atrasado e havia ligado para o Ruppin College. Mais tarde, pouco antes de sair da casa do campista, ele ligou para Yoram Cohen para ir até ele e pagar o aluguel do pai. Depois foi para casa, e um amigo chamado Eran ligou para ele sobre seus estudos e veio até sua casa. O réu confirmou que seu relatório das horas para Perach estava impreciso, e que ele não foi preciso ao registrar 15:30-19:30 em vez de 17:30-21:30.
Em resposta à pergunta do investigador sobre por que ele foi pagar a Yoram Cohen, que, por sua vez, esclareceu que não estava sob pressão para receber o dinheiro, o réu respondeu que foi um pedido de seu pai, que estava hospitalizado na época, e que ele insistiu em receber um recibo por escrito, pois era o dinheiro do pai.
- Dois dias depois, em 21 de setembro de 1999, o Sargento Sweid ligou para o coordenador de Perach do réu e perguntou se era razoável que um mentor ficasse na casa do campista até as 21h30. O coordenador respondeu que, em princípio, eles permitem ficar até as 20h, exceto em casos excepcionais.
Eran, amigo do réu, também foi interrogado no mesmo dia. Segundo ele, diante do passar do tempo, não se lembra exatamente do que aconteceu, mas, com base no resultado das ligações da casa do réu, supõe que o réu o ligou às 21h34 e que então pulou para dentro da casa do réu. Com relação à ligação que saiu da casa do réu às 22h13, o amigo confirmou que foi ele quem fez a ligação, já que era um número de telefone pertencente à empresa de sua mãe, com quem ele havia entrado em contato para pedir aconselhamento sobre o preenchimento de formulários para o Instituto Nacional de Seguros. Além disso, o amigo confirmou que não se lembrava de que o réu possuía um celular regularmente. O amigo acrescentou que o réu costumava "cuidar dela" da filha dos vizinhos.