Segundo Lu Duka, sua empresa havia fornecido serviços de gestão financeira e adoção de transações para o PLANAS, mas ele não sabia como investir conteúdo real nas atividades realizadas para o PLANAS.
Não vejo necessidade de me referir longamente ao depoimento de Le Duque, que foi constrangedor, se não delirante.
Não dou qualquer crédito ao depoimento de Le Duque, e em particular ao que é dito sobre sua alegação de que ele se apresentou ao Réu 1 como Christian Roger, e não acredito que ele tenha realizado ações legítimas em relação à PLANAS.
Pelo meu conhecimento das façanhas do réu 1, não me surpreendo com sua capacidade de convocar uma falsa testemunha ao tribunal, que deu um falso depoimento, sem qualquer credibilidade básica, sobre o relacionamento da testemunha com a PLANAS e com o próprio réu 1.
Um exame superficial do depoimento de Le Duque mostra claramente que se tratava de uma falsa testemunha que compareceu no tribunal para reforçar a versão do réu 1, enquanto o que ele disse não tinha nada a ver com a realidade.
Nem mesmo o fato de mencionar o nome da Sra. Nicole Thiery, que faleceu, salva a Ré 1, já que nenhuma ligação foi comprovada entre ela e a empresa PLANAS e aquele misterioso Duka, e, desnecessário dizer, nenhuma evidência, nem sequer um pedaço de documento, foi apresentada para apoiar a versão apresentada no tribunal.
Descobriu-se que havia de fato uma pessoa chamada Christian Roger, mas ele não tem ligação com a atividade do réu 1 em nome da empresa PLANAS.
O depoimento do réu 3 indica que ele estava em contato com uma pessoa com esse nome, que faleceu em dezembro de 2008, e atuava como operadora telefônica. Segundo o Réu 3, o mesmo Christian Roger não tem ligação com a PLANAS, enquanto o Réu 1 foi quem planejou convocar Roger e apresentá-lo como gerente da PLANAS, que lhe deu permissão para usar o nome da empresa.
O problema é que o mesmo Christian Roger morreu, como foi declarado, no final de 2008, e, portanto, surgiu a necessidade de convocar o mesmo Vincent Le Duquet, que levantou a alegação delirante e fabricada de que usou o nome Christian Roger, no contexto de suas relações e relações com o Réu 1.