Somente em novembro de 2021 a promotoria terminou de transmitir à defesa as tabelas que resumem todos os produtos produzidos durante os anos de realização das audiências mencionadas, de acordo com o Artigo 108 (21746-21744). O problema é que isso não pôs fim à saga interminável em relação aos materiais, já que restou discutir o pedido apresentado pelo estado em 14 de outubro de 2018, que contradiz a posição original do Departamento de Investigação da Polícia (que, pelo que lembramos, deu origem a todo o litígio desnecessário e interminável), quando desta vez alegou-se que o estado deseja apresentar como prova o dever dos réusMensagens relevantes que foram produzidas a partir do celular da testemunha Eran Malka durante o processo sob o artigo 108 doBondade". Esse pedido também deu origem a longas discussões, até que, em uma audiência realizada em 13 de abril de 2022, as partes chegaram a um acordo sobre o assunto, que recebeu força de decisão (21056-21049).
- A questão dos arquivos de descarte é um exemplo extremo de como o Departamento de Investigação da Polícia (que, na fase em que surgiu a controvérsia, continuava sendo a parte que conduziu o caso diante de mim). Em vez de admitir o erro de que não revelou a existência dos arquivos à defesa e agir de forma a garantir que o advogado dos réus recebesse o material relevante no menor tempo possível, para permitir o avanço do caso, o departamento acumulou muitas dificuldades desnecessárias e realizou audiências ociosas, que consumiram uma quantidade considerável de tempo que poderia ter sido usada para ouvir e avançar o caso. Tudo isso, quando metade do período em questão Fischer foi detido algemado eletrônico, e a importância de avançar na audiência das provas era especialmente grande na época; E no restante tempo, Fischer ficou em prisão domiciliar.
E como se isso não bastasse, depois que o Departamento de Investigação da Polícia afirmou fortemente que o conteúdo dos arquivos 'dump' não era material investigativo, desde o momento em que o processo de triagem e filtragem dos arquivos foi realizado em cooperação com a defesa, a própria promotoria buscou apresentar documentos desses arquivos, alegando que eram materiais relevantes para provar a culpa dos réus – e qualquer palavra adicional era supérflua.