Fundamentando a alegação de engano na opinião da Sra. Goldberg-Anavi - A alegação do risco de enganar os consumidores foi comprovada na pesquisa online conduzida pela especialista Goldberg-Anavi e pelo instituto de pesquisa "New Wave". Essa pesquisa foi realizada com uma amostra representativa nacional de 500 entrevistados com 18 anos ou mais, e suas conclusões são que mais de 70% dos réus acreditavam que o réu era um centro de serviço autorizado do autor ou do importador em seu nome, enquanto apenas 20% acreditavam que os réus não tinham afiliação ou autorização do autor ou do importador em seu nome. Essa pesquisa também provou que o uso das palavras "importações paralelas" pelos réus não impediu o engano entre a maioria dos respondentes. A opinião e suas conclusões permaneceram incontestadas no contra-interrogatório do perito, e a recusa dos réus em interrogar Goldberg-Anavi em pontos-chave também constitui um reforço adicional do conteúdo e da confiabilidade da opinião. O autor também rejeita as alegações dos réus sobre o ângulo da fotografia na inspeção do perito, pois elas são alegadas como uma extensão da fachada e carecem de qualquer fundamento em seu mérito, já que quatro publicações dos próprios réus foram usadas.
Por outro lado, segundo a alegação, não há base para as conclusões do parecer apresentado pelos réus em nome do Prof. Katz, segundo o qual a população da pesquisa foi supostamente definida incorretamente, enquanto os dados do painel não foram detalhados e a amostra não era representativa. A pesquisa conduzida pelo próprio Prof. Katz é tendenciosa e tendenciosa, pois a publicação apresentada nela é parcial, truncada e manipuladora, a ponto de comprometer a validade e validade desta pesquisa. Isso é especialmente verdadeiro porque os réus realizaram nada menos que três pesquisas de consumidores, mas escolheram por seus próprios motivos abster-se de apresentar as pesquisas realizadas nos dois primeiros institutos e os resultados dessas pesquisas.
- Causas de ação - O autor tem várias causas de ação, cujas bases foram comprovadas no presente processo - infração de uso de marcas registradas, passagem por excesso, interferência injusta em violação da Lei de Responsabilidade Civil, violação de direitos autorais, enriquecimento ilícito e enriquecimento ilícito.
- A responsabilidade do réu - o réu, Raz - é o proprietário, assim como o importador e exportador do réu 1 e do espírito vivo nele responsável por todas as suas ações. Raz confirmou em seu depoimento que foi ele quem iniciou, executou, ordenou e aprovou as infrações do réu e, em todo caso, de acordo com a lei e a jurisprudência, ele tem responsabilidade pessoal por essas violações, inclusive de acordo com o artigo 12 daPortaria de Responsabilidade Civil [Nova Versão] (a "Portaria de Responsabilidade Civil").
C2 Os argumentos dos réus
- A legitimidade das importações paralelas - As importações paralelas são um campo de atividade permitido e até bem-vindo, que serve a propósitos econômicos e sociais. Importações paralelas incentivam a concorrência livre e legítima, incentivam a abertura de empregos adicionais, ampliam a oferta de produtos oferecidos em Israel e reduzem seus preços. Importadores oficiais, incluindo a Union Motors, tentaram impedir essa livre concorrência entrando com uma petição administrativa alegando que não eram obrigados a cumprir a responsabilidade do fabricante pelos veículos importados em paralelo. A petição foi rejeitada, e até mesmo o recurso apresentado à Suprema Corte foi rejeitado (Petição de Apelação/Reivindicação Administrativa 7825/19 Union Motors in Tax Appeal v. Ministry of Transport and Road Safety (Nevo, 18 de outubro de 2020)) ("Union Motors"). Ao longo dos anos, diversos tribunais em Israel decidiram que o titular da marca não tem motivo para impedir a importação paralela de produtos originais e, ao longo dos anos, rejeitaram tentativas de prejudicar a importação paralela de produtos para Israel.
Os carros e peças de reposição são originais da casa do autor e, de acordo com aLei de Licenciamento de Serviços e Profissões da Indústria Automotiva, 5776-2016 (a "Lei de Licenciamento"), o réu é obrigado, assim como as agências autorizadas em nome da Toyota, a possuir peças de reposição "de reposição" que não possuam as marcas registradas do autor e a permitir que os clientes escolham entre essas peças sobressalentes.