O Requerido apresentou uma resposta em seu nome ao aviso do Requerente e argumentou que o próprio Requerente, como proprietário de um grupo, não está incluído na definição de "funcionário" e que, em nenhum de seus argumentos, o Requerente alegou ser um dos "beneficiários assalariados" do grupo.
O Recorrido ainda argumenta que o Requerente não anexou uma declaração juramentada para verificar os fatos nos quais se baseou na moção de rejeição da declaração in limine, e por esse motivo também a moção deveria ser rejeitada.
O Recorrido também reiterou sua alegação de que, em 13 de fevereiro de 2012, o Tribunal Distrital de Nazareth emitiu uma decisão para encerrar a posição do Recorrido como administrador fiduciário na suspensão dos procedimentos do grupo, 21 dias após a data da decisão.
O réu ainda afirma que, após a rescisão de seu cargo de curador e em 22 de março de 2012, enviou cartas a todas as partes relevantes da Associação de Futebol com um aviso de suaposição. No parágrafo 4 da carta de Yam, o Recorrido esclareceu que: "Agora que os 21 dias que o Tribunal Distrital concedeu em sua decisão mencionada já se passaram, as disposições das seções 2.1-2.3 acima entraram em vigor, e a Associação está iniciando seu novo caminho sem um administrador para administrar seus assuntos."
Portanto, quando a publicação difamatória foi feita em maio de 2012, após o réu ter encerrado seu cargo de curador em fevereiro de 2012, o recorrido não foi considerado um dirigente para fins de aplicação da Lei Esportiva a ele, e ele não atuava como dirigente no momento em que a ação surgiu.
Discussão e conclusões
Após revisar os textos e considerar os argumentos das partes, decido rejeitar o pedido, conforme detalhado abaixo.
Falta de causa e ausência de rivalidade
O Regulamento 100 do Regulamento de Processo Civil, 5744-1984, prevê o seguinte:
"O tribunal ou o Registrador pode, a qualquer momento, ordenar a rejeição de uma declaração de ação contra os réus, total ou parcialmente, com base em um dos seguintes motivos: