Quando questionado sobre o papel de Shlomo Metuk no Schloss, ele respondeu: "Minha ligação com o Schloss é que recebi faturas fiscais em nome do Schloss da Uri Resch para emitir faturas fiscais em nome da Schloss, bem como para exportar mercadorias da Bonded 100 em nome da Schloss, e para fornecedores com faturas em nome da Schloss."
Além disso, Shlomo Metuk disse: "Trabalhei com Uri Resch, não conhecia mais ninguém além de Uri Resh... Uri me entregou faturas fiscais em nome do Schloss e, quando fiz uma transação de venda, emiti uma fatura fiscal conforme os preços fixados pela Uri Resh e também transferi o valor para a Uri Resh...".
Quando perguntado onde Schloss ficava, Shlomo Metuk respondeu: "Não sei. Uri Resch morava em Rishpon e lá toda a atividade comercial de Uri Resch era realizada."
Em seu depoimento no tribunal, Shlomo Metuk afirmou que também conhecia Elhanan Tenenbaum, do Schloss, mas considero que essa afirmação é falsa, e na medida em que há contradição entre as palavras de Shlomo Metuk no tribunal e o que ele disse em seu interrogatório, prefiro suas palavras no interrogatório. Pelo depoimento dele à polícia e a partir deles, fica claro que ele conhecia apenas Uri Resch, no que diz respeito à empresa Schloss, e que agiu apenas com ele e não com nenhuma outra parte, como Elhanan Tenenbaum.
A esse respeito, reitero que já determinei que o depoimento de Elhanan Tenenbaum é confiável, e aceito suas palavras sobre seu papel limitado no Schloss, que se limitou apenas à questão da contabilidade.
À totalidade das provas que mostram que o Réu 1 foi quem atuou em nome da Schloss e apresentou registros fiscais e faturas em seu nome, também pode ser anexado o depoimento da Sra. Dina Leibo, que trabalhava no escritório do Réu 1 em Rishpon e atuava na contabilidade para as várias empresas. Entre outras coisas, tratou dos ajustes do recorrente fiscal ao Schloss, sem nunca ter encontrado Elhanan Tenenbaum em relação a essa empresa.
Aharon Calderon, proprietário da Lantex, que abriu cartas de crédito em transações nas quais as licenças de importação foram apresentadas por Schloss, também afirmou que não conhecia Elhanan Tenenbaum em conexão com Schloss e, para ele, o controle dessa empresa pertencia ao réu 1.