A acusação ainda alega que Mario Weissman assinou os documentos relativos à transferência de ações já em 20 de fevereiro de 1999, mas uma mão invisível corrigiu a data de forma prevista para 20 de outubro de 1999, quando a transferência das ações foi registrada em 18 de novembro de 1999. A partir disso, a acusação conclui que o réu 1 recebeu para seu uso a empresa Marig de Mario Weissman já em fevereiro de 1999, e, portanto, não pode alegar que Mario Weissman esteja envolvido nos atos e transações que são objeto da acusação.
O principal fator que complica o Réu 1, no que diz respeito à empresa de Marig, é Shlomo Matuk, que produziu as faturas da Merig no momento da venda dos produtos, que é o objeto da acusação. Na declaração de Shlomo Metuk de 07.11.2000 (P/273), foi declarado: "...E então Mario fez uma oferta dizendo que tinha uma empresa existente com baixo nível de atividade chamada Marig Import and Marketing e que estava disposto a compartilhar toda a atividade com Uri Resch, ele é Mario Weissman, e eu, quando eu sair do processo de falência. Fui até Uri Resch e sugeri a ideia para ele, e ele aceitou."
Mais tarde, Shlomo Matuk diz : "Uri Resh decidiu ficar nos escritórios em Rishpon, e também trouxe para Mario uma pessoa em seu nome que transferiu as ações da Marig para ele, e isso encerrou todo o processo."
Ele mesmo não viu o partido, para quem as ações de Merig foram transferidas, mas em sua conversa com Mario Weissman foi informado de que as coisas foram feitas de forma ordenada e conforme os procedimentos : "E Mario disse que estava tudo bem com isso."
Quando questionado sobre o que a empresa Merig estava envolvida desde o momento em que Mario Weissman deixou a empresa, e ela na verdade era administrada pelo Réu 1, Shlomo Metuk respondeu: "A empresa estava envolvida na importação e comercialização de aparelhos elétricos, quando meu trabalho era vender os produtos no mercado local, quando eu recebia um salário e o dinheiro em dinheiro, porque eu não tinha conta bancária."