Aharon Calderon é o financiador não bancário das cartas de crédito nas transações descritas nas Acusações 1 e 2 e, devido ao seu envolvimento, foi interrogado pela polícia e pela alfândega com um aviso, como suspeito.
Durante os interrogatórios, ficou claro para ele que, para se libertar do envolvimento, deveria incriminar o Réu 1. Ele também acumulou raiva e ressentimento contra o réu, depois que, em algumas transações, os clientes não pagaram suas dívidas com Calderón e ele perdeu muito dinheiro.
Quanto a Elhanan Tenenbaum, que era gerente e operador do Schloss, alegava-se que "o título de reincidente é um verdadeiro elogio para ele." No passado, ele cometeu inúmeras fraudes, furtos, fraudes, infrações fiscais e cumplicidade em transações de importação de quantidades comerciais de drogas perigosas. Além disso: em 1992, ele foi declarado falido devido a vários fracassos comerciais, além de acumular dívidas elevadas devido a apostas e descontos em cheques. Como se não bastasse o fato de ele sofrer de uma falta básica de credibilidade, Tenenbaum também contradisse em seu depoimento a versão da testemunha da acusação, Ramonda Fischer, que não tinha interesse no processo. O principal motivo de Tenenbaum para prejudicar o réu 1 era sua raiva contra o réu e seu desejo de evitar pagar as dívidas que lhe devia. No decorrer de seu trabalho, Tenenbaum roubou dinheiro e cometeu falsificação e fraude, e nesse contexto foi demitido do emprego e obrigado a devolver o dinheiro que roubou.
Também foi alegado que, em virtude de um acordo assinado com o Estado após seu retorno do Líbano, ele se comprometeu a cooperar com as autoridades policiais de forma total e indefinida, e quando percebeu que as autoridades investigativas e de acusação estavam interessadas em incriminar Uri Resch, agiu de forma decisiva e decisiva para satisfazer seus desejos.
Em resumo, a defesa argumenta que a credibilidade de Elhanan Tenenbaum é negligenciável e que o peso que deve ser atribuído a suas declarações, se houver, é desprezível.