"A preferência pela representação objetiva em vez da intenção subjetiva implícita é pretendida
Promover a segurança empresarial e a segurança comercial. Assim, a ênfase na representação objetiva está na proteção da parte que depende da situação da outra parte e, portanto, se tal confiança não existiu, não há razão para preferir a representação objetiva..." (Recurso Civil 685/88 Koterman v. Keren Torah Ve'Avodah [30], p . 602).
Não é necessário disso que a linguagem do contrato seja interpretada de acordo com as intenções subjetivas comuns que surgem das circunstâncias externas, e não de acordo com as intenções objetivas que devêm da linguagem clara do contrato? 8 Veja Reuven, que diz a Shimon: Proponho vender a você um cavalo que possuo por um certo preço. Shimon responde que quer comprar o cavalo de Reuven pelo mesmo preço. Ambos os lados se referiam a uma velha máquina nas mãos de Reuven, que no léxico de ambos é chamada de "cavalo". Qual é o contrato que é feito? Suponha que, pela linguagem clara do contrato – que trata da compra e venda de um cavalo – parece que a intenção das partes é a venda de um animal de quatro patas, conhecido em hebraico como cavalo. Essa era a compreensão de qualquer leitor razoável (e objetivo). Qual é o sentido de reconhecer um contrato com esse conteúdo, quando ambas as partes decidiram vender uma máquina antiga, e quais circunstâncias externas indicam que elas chamaram de "cavalo"? A regra é que –
"Ao determinar o alcance dos significados linguísticos do texto contratual... O Verbo Intérprete
Como linguista. Ele se pergunta: quais são os significados que podem ser dados na linguagem em que o contrato foi celebrado
- E se as partes tiverem seu próprio léxico, dentro do quadro desse léxico – de acordo com sua linguagem" (Civil Appeal 708/88 Shlomo Shepes & Sons in Tax Appeal v. Ben Yakar Gat Engineering and Construction Company in Tax Appeal [31], p. 747).
Por que as partes não deveriam ter a oportunidade de mostrar, dentro do âmbito de evidências confiáveis (como correspondência anterior) sobre as circunstâncias externas, que no contrato entre elas a palavra "cavalo" tem um significado especial? Se houve um erro no contrato e, em vez de escrever "máquina", as partes escreveram "cavalo", a lei permite a correção do erro e o erro não é motivo para o cancelamento do contrato (seção 16 da Lei dos Contratos (Parte Geral)). Por que não é possível chegar ao mesmo resultado, quando as partes não estavam erradas, mas segundo a linguagem especial chamavam de "cavalos" o que todos chamam de "máquinas"? Qual é a lógica jurídica inerente à percepção de que ambas as partes devem ser forçadas a firmar um contrato, que, segundo suas intenções comuns, elas não queriam de forma alguma, e quando é possível apontar para um contrato que, de acordo com suas intenções comuns (subjetivas), elas desejavam?