R: Eu não entrei em contato com ele."
(p. 80, parágrafos 1-5 da transcrição)
Não há dúvida de que esta carta, que começa com a frase "em nome do nosso cliente, Sr. Yair Segal", foi enviada a pedido e opinião de Segal, pois por que o advogado Liran Ohana fingiria representar Segal contra sua vontade? E se a carta realmente foi escrita contra a opinião de Segal, por que Segal não entrou em contato com o advogado Ohana para protestar contra essa conduta? Esta carta constitui uma admissão por parte de Segal (por meio de seu advogado) sobre a existência de uma dívida no valor de NIS 5 milhões que ele deve pagar, e não contém qualquer alegação de coerção ou ameaça. Portanto, essa é de fato uma dívida existente, e certamente não uma dívida "inventada" ou "fictícia".
- Do total se descobre que Segal de fato recebeu, de várias e estranhas formas, consideráveis somas de dinheiro de Baruch, de uma forma que lhe dá direito à restituição de milhões de shekels (seja como pagamento de empréstimo ou como parte de sua parte dos lucros). De qualquer forma, reiteraremos que a discussão em questão trata da própria existência de uma dívida financeira significativa e não da questão do seu escopo exato. No que diz respeito aos fundos aos quais Baruch tinha direito, e para fins de quitação de suas obrigações com Baruch, Segal assinou o contrato de empréstimo, o contrato de consultoria e as adições ao contrato de empréstimo, em virtude dos quais a solicitação diante de mim foi protocolada.
- Os principais argumentos de Herbert sobre essa questão são que o contrato de empréstimo e o contrato de consultoria, assim como as adições ao contrato de empréstimo e ao título assinados como resultado, são documentos falsificados e fabricados por Segal sob coação unicamente devido às ameaças impróprias de Baruch. Esses argumentos devem ser rejeitados porque não têm fundamento.
- De fato, há muita dificuldade em assinar um contrato no qual uma data incorreta foi deliberadamente declarada (o contrato de empréstimo), assim como em assinar um contrato de consultoria para a prestação de serviços de consultoria que não foi genuinamente destinado a fornecer esses serviços na prática, conforme detalhado detalhadamente no início da discussão. Ao mesmo tempo, isso não determina que os acordos foram elaborados em vácuo e que não refletem uma dívida real. Segal, que era sócio pleno na conduta imprópria, testemunhou que se considera um empresário experiente (p. 94, parágrafos 8-9 da transcrição). Além disso, correspondência entre o advogado de Baruch na época e Segal de 01.11 a 31.10.2022 (Apêndice 13 da resposta à resposta) revela que Segal costumava fazer comentários sobre os acordos e fazer ajustes neles conforme suas necessidades. O próprio Segal testemunhou sobre isso:
P: Não. E quando você diz, "Vou ajustar o acordo", quem está fazendo esse trabalho?